Um hospital veterinário com preço baixo, também chamado de clínica veterinária popular, é um estabelecimento que oferece serviços veterinários a preços mais acessíveis, buscando atender famílias de baixa renda e seus animais de estimação. O objetivo principal é garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde animal de qualidade, mesmo com limitações financeiras.
Como funcionam:
Consultas, exames e procedimentos:Oferecem consultas, vacinação, exames laboratoriais, cirurgias e outros procedimentos, muitas vezes a preços reduzidos em comparação com clínicas tradicionais.
Atendimento por agendamento ou emergência:Podem funcionar com agendamento prévio ou atendimento por ordem de chegada para emergências.
Atendimento por estudantes ou profissionais:Geralmente contam com a participação de estudantes de veterinária supervisionados por profissionais, o que ajuda a reduzir custos.
Preços acessíveis:Os valores são ajustados para cobrir custos operacionais e oferecer serviços com preços mais baixos.
Diferenças em relação a clínicas tradicionais:
Preços:O principal diferencial é o preço mais baixo, buscando atender um público com menos recursos.
Público-alvo:São direcionados a pessoas com menor poder aquisitivo, enquanto clínicas tradicionais podem ter preços mais elevados.
Natureza dos serviços:Embora ofereçam serviços semelhantes, a clínica popular pode ter foco em casos mais comuns e menos procedimentos complexos, dependendo da estrutura.
Miúdos de suínos, miúdos de aves, carne bovina, plasma sanguíneo suíno em pó, hemoglobina bovina em pó, gelatina, farinha de trigo, amido de milho, dextrose, proteína isolada de soja, proteína texturizada de soja, gordura de frango, óleo de peixe, celulose, levedura hidrolisada de cana-de-açúcar, extrato de Yucca schidigera, hidrolisado de fígado de frango e suíno, cloreto de sódio (sal comum), carbonato de cálcio, cloreto de potássio, água, glicina, cisteína, vitaminas (B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9, B12, C, D3, E, K3 e cloreto de colina), minerais quelatados (glicinatos: cobre, ferro, manganês e zinco), iodato de cálcio, sulfato de cobre, sulfato de manganês, sulfato de zinco, goma guar, carragena, tripolifosfato de sódio, EDTA cálcio dissódico, BHA, BHT, corante natural caramelo.
Sabia que também são possíveis os casos de doenças de pele em cachorros? Esse quadro clínico não é uma exclusividade dos humanos!
Os nossos amiguinhos de quatro patas também estão suscetíveis a ter a pele acometida por algum tipo de doença que pode causar coceira, vermelhidão, e uma série de outros sintomas que, assim que observados, devem ser tratados o mais rápido possível.
A verdade é que a maioria dos donos de cães se preocupam, essencialmente, com a saúde do pelo desses bichinhos, mantendo a tosa em dia considerando, principalmente, as condições climáticas, para que o animal não fique nem com muito calor, nem muito frio.
Mas é fundamental se atentar, também, para a saúde da pele abaixo do pelo, que pode estar fragilizada a ponto de contrair uma ou mais doenças de pele — atualmente, estão registradas mais de 160 tipos de doenças de pele em cachorro!
Elas podem se apresentar de variadas formas, com sintomas distintos e característicos de cada quadro, e possuem tratamentos diferentes.
Para saber se está tudo bem com o seu pet, e o que fazer em caso de doença de pele no seu amiguinho, é fundamental conhecer um pouco sobre essas condições clínicas e como elas podem se manifestar.
A equipe da União Química, referência no mercado farmacêutico, preparou um conteúdo completo sobre o tema, para ajudar você a tirar suas dúvidas sobre as doenças de pele que podem deixar seu animal de estimação doente.
Separamos abaixo uma lista com os 8 principais tipos, bem como suas principais características, sintomas, e possibilidades de tratamento.
As doenças de pele em cachorros são bem mais comuns do que nós imaginamos, e provavelmente vão acometer a saúde do seu cãozinho ao menos uma vez na vida dele.
Estas condições podem variar desde irritações leves até problemas de pele mais graves que requerem atenção veterinária.
Logo, identificar e entender as doenças de pele é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar do seu cão.
Dentre as doenças de pele mais comuns em cachorros, a dermatite alérgica acaba sendo a principal, muitas vezes desencadeada por alérgenos ambientais, como pólen ou pulgas.
Outra condição comum é a sarna, uma infestação parasitária que causa coceira extrema e perda de pelos.
Além disso, infecções fúngicas, como a dermatofitose, podem afetar a pele do seu cão.
No geral, assim como acontece com nós humanos, para os cachorros, também é necessário cuidado com a pele, evitando esses quadros.
É bom destacar que a saúde da pele do seu cachorro está diretamente relacionada ao seu bem-estar geral: portanto, fique atento aos sinais de problemas de pele e tome medidas preventivas para manter seu amigo de quatro patas saudável e feliz.
Doenças de pele em cachorro: 8 principais
Da mesma forma como é para os seres humanos, a pele é considerada o maior órgão do corpo do cachorro, e fica com a responsabilidade de proteger o bichinho de diversos elementos externos que podem causar doenças.
Se não fosse pela grande pelagem dos cachorros, a pele ficaria completamente exposta; entretanto, mesmo com essa “barreira”, ela ainda pode ser afetada por doenças variadas que podem ter severas consequências se não tratadas corretamente.
Listamos abaixo as 9 principais doenças de pele em cachorro, acompanhadas de seus sintomas e possibilidades de tratamento.
Acompanhe e tire suas dúvidas!
Sarna
Talvez a mais conhecida (e comum) das doenças de pele em cachorro, a sarna, também chamada de escabiose canina, é a infestação de ácaros parasitas que podem infeccionar a pele de um cão.
Entre os principais sintomas dessa enfermidade, podemos citar a coceira severa, a perda de pelo, a formação de crostas e o surgimento de feridas.
Se o seu cãozinho apresentar sintomas como estes, o médico veterinário deve ser procurado imediatamente — e, provavelmente, entre as opções de tratamento disponíveis, será indicado a ingestão de antibióticos, bem como medicamentos para cuidar das feridas.
Dermatite
A dermatite, principalmente de caráter alérgico, é outra doença de pele que pode afetar a saúde dos cachorros, e as causas dela são as mais variadas possíveis: o pet pode ter reações alérgicas a produtos químicos, alimentos, pulgas e até pólen,
Ainda, a dermatite pode ser categorizada em variações da mesma doença, como:
dermatite de contato, onde o cachorro reage a materiais irritantes;
dermatite de dobras de pele, na qual o cachorro sofre com atrito ou umidade nas dobras da pele;
dermatite por lambedura excessiva, em que o cachorro pode estar se lambendo além do normal por conta de tédio ou estresse, causando a alergia.
A visita ao veterinário, nesse caso, é indispensável, para identificar o causador da alergia e direcionar o melhor tratamento.
Geralmente, são receitados medicamentos antialérgicos, além do tratamento das infecções que possivelmente surgirem.
Fungos
É comum que os cachorros também sofram com uma dermatofitose, a doença de pele causada pela ação de fungos — nos adultos, essa infecção fúngica é conhecida como micose.
Geralmente, os sintomas dessa enfermidade são as manchas circulares de pele escamosa e a perda de pelo.
Para o tratamento, o veterinário costuma prescrever antifúngicos e solicitar ao dono uma rotina de higiene rigorosa para o bichinho, evitando que o quadro se agrave.
Cistos
O acúmulo inadequado de células na pele do cãozinho pode evoluir para cistos, que são outro dos tipos de doenças de pele em cachorros.
Inclusive, esse é o principal sintoma observado: as protuberâncias que aparecem entre a pelagem, mas que não necessariamente causam sensibilidade no animal, o que reforça a importância de estar sempre atento ao seu pet.
Se identificado um cisto na pele do bichinho, procure um veterinário imediatamente, para o diagnóstico que vai determinar se esse tumor é benigno ou, no pior caso, cancerígeno.
Malassezia
Ainda que seja categorizada como uma doença fúngica, é importante darmos um destaque especial ao fungo malassezia na nossa lista de doenças de pele em cachorros.
Isso porque essa enfermidade é bem comum entre os animais, causando coceiras na região das orelhas, secreções nos ouvidos e otite.
Esse é o local do corpo do cachorro onde a doença se manifesta porque o fungo já vive naturalmente nas orelhas do cão, e fatores externos como umidade, calor excessivo e inflamações advindas de outros quadros clínicos potencializam o desenvolvimento da doença.
Quando diagnosticado o quadro, o veterinário pode receitar shampoos, cremes e loções para serem aplicados no local em que o fungo se manifesta; fármacos para a eliminação da malassezia também são uma alternativa.
A piodermite é uma conhecida enfermidade que pode afetar a saúde dos cachorros, causada pela infecção bacteriana da pele.
Geralmente, essa complicação é advinda de outras doenças de pele que não foram bem tratadas, e pode apresentar sintomas como:
feridas;
coceira;
pústulas;
mau odor;
perda de pelo.
Se identificado o caso pelo veterinário do seu pet, serão receitados antibióticos para tratar a ação dessa bactéria.
Ainda, podem ser prescritos alguns cuidados específicos para tratar as feridas que surgirem.
Seborreia
Similar ao que acontece com o ser humano, a seborreia é gerada pela inflamação no couro cabeludo — até o sintoma é similar com o aparecimento de uma espécie de “caspa” no bichinho.
Ainda, outros sintomas que podem surgir nesse quadro são coceira, vermelhidão, perda da camada externa da pele, e mau cheiro.
Geralmente, as regiões do corpo do cãozinho que mais podem sofrer com a seborreia são:
dorso;
pescoço;
locais com dobras;
região próxima à base da cauda.
A seborreia pode ter uma série de causas, mas destacamos aqui os problemas hormonais e metabólicos, problemas no fígado e uma alimentação pobre em nutrientes.
Apenas a consulta com o médico veterinário vai conseguir identificar a raiz do desenvolvimento desta enfermidade para, então, direcionar o tratamento específico para cada quadro.
Alopecia
A alopecia canina é outra forma de chamar os casos de calvície em cães!
E, como bem sabemos de que forma essa condição afeta os humanos, a alopecia causa a descamação da pele dos bichinhos e a queda dos pelos.
O início da pelagem falhada pode ser derivado de uma série de causas, como:
sarnas;
fungos;
alergias;
parasitas;
infecções bacterianas.
Ainda, pode-se destacar como fatores que influenciam o desenvolvimento da alopecia o estresse, problemas endócrinos e a falta de vitaminas.
Deve-se consultar o veterinário assim que esses sintomas forem observados, para que seja iniciado o melhor tipo de tratamento.
Como tratar as doenças de pele em cachorros?
Cada um desses quadros apresenta características diferentes, o que faz com que o tratamento para todos eles seja variado.
Ainda, outros fatores são levados em consideração, principalmente as condições de saúde de cada cãozinho.
Porém, no geral, algumas diretrizes padrão são adotadas para o tratamento dessas enfermidades, como:
consulta ao veterinário;
adoção de cuidados locais;
prescrição de medicamentos;
implementação de uma dieta específica.
O que fazer para evitar essas doenças?
Melhor do que tratar os casos de enfermidades na pele dos cachorros é prevenir o seu pet de todo esse desconforto!
Para prevenir doenças de pele, é importante manter a higiene do seu cão, garantir uma dieta equilibrada e protegê-lo contra pulgas e carrapatos.
Se o seu cachorro apresentar sintomas de uma doença de pele, como coceira persistente, vermelhidão ou feridas, é crucial consultar um veterinário para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.
Conclusão
Agora você já sabe quais são as doenças de pele em cachorro mais comuns, bem como suas principais definições e possibilidades de tratamento.
A detecção precoce e o tratamento adequado são essenciais para ajudar o seu cachorro a se recuperar de doenças de pele e manter a sua saúde e bem-estar geral.
Ver seu cãozinho com os pelos brilhantes, penteados e com aroma de shampoo é, realmente, muito agradável. A vontade é de dar banho nele várias vezes na semana, afinal, nada melhor que aquele cheirinho pós-banho!
Mas será que pode dar banho em cachorro com tanta frequência? É sobre isso que vamos falar hoje.
Entenda tudo sobre o banho do seu cão, qual é a periodicidade ideal e aprenda a dar banho como se o seu animalzinho estivesse indo ao pet shop!
Qual é a periodicidade ideal para dar banho em cachorro?
A frequência ideal para dar banho em cachorro depende do tamanho dos pelos, do estilo de vida que o animal leva e do seu estado de saúde. De maneira geral, se formos estipular uma média entre as orientações veterinárias, recomenda-se dar banho a cada 15 dias.
O banho em excesso pode gerar consequências graves ao cão, como:
A remoção da oleosidade da pele, uma proteção natural contra fungos e bactérias, o que o deixa mais suscetível a alergias e doenças dermatológicas.
Acúmulo de umidade entre os pelos, o que também favorece a proliferação de microrganismos que fazem mal à saúde.
Baixa imunológica, já que o banho também remove as bactérias boas, ou seja, aquelas que ajudam na proteção do organismo e da pele. O banho em dias frios e a mudança brusca de temperatura no corpo também podem reduzir a imunidade.
Cães de pelo curto
Para cães com pelagem curta – como o Buldogue, Pastor Alemão e alguns SRDs (os chamados vira-latas) – você pode dar banhos com intervalos de 15 a 30 dias, já que o acúmulo de sujeira é menor.
Cães de pelo longo
Já para os cães com pelagem extensa – como Golden Retriever, Poodle e Border Collie – a periodicidade quinzenal é a ideal. Isso porque os pelos podem se embaraçar e, como são densos, acumulam mais poeira e microrganismos.
No caso dos cães com pelos que parecem cabelo humano, como o Shih-tzu, Yorkshire e Maltês, a recomendação é diferente. Eles acumulam muita oleosidade na pele e, por isso, o banho pode ser mais frequente: a cada 7 ou 10 dias.
Estilo de vida
Se o seu cão não tem o costume de se sujar, como aqueles que vivem em apartamentos, tem pelos curtos, não convive com outros animais e é menos ativo, é possível dar banhos até mensalmente.
Nesses casos, é interessante higienizar ao menos as patinhas ao voltar do passeio e antes de entrar em casa. Essa é uma atitude importante para proteger a sua casa contra os microrganismos trazidos da rua.
Caso você vá viajar com seu cãozinho, é interessante dar um banho nele antes de pegar o ônibus ou o avião, por exemplo.
Saúde do seu cão
Além da característica dos pelos, é importante considerar que cada cãozinho tem suas particularidades. Converse com o veterinário para definir a melhor periodicidade para ele.
Se o seu cachorro tem Dermatite Atópica Canina, por exemplo, a lavagem pode ser recomendada com mais frequência e com produtos especiais para remover os microrganismos que causam alergias e pruridos; se ele tem recorrência de otite e outras inflamações, é melhor reduzir a frequência.
Banho em cachorro filhote
O banho é recomendado apenas a partir do segundo ou terceiro mês de vida (consulte o veterinário) e sempre deve ser dado em casa. Até esse período, limpe sua barriga e a região genital apenas com uma toalhinha úmida.
O pet shop pode oferecer riscos à saúde do cão, uma vez que ele ainda não está devidamente vacinado e vermifugado. Depois que ele tomar todas as vacinas obrigatórias (geralmente a partir dos 4 meses de idade), ele pode frequentar o pet shop.
3 dicas para dar banho em cachorro
Quando o assunto é banho, é importante prestar atenção em alguns detalhes para cuidar da saúde do pet, mantendo-o limpinho.
1. Dê preferência aos dias mais quentes
Em dias frios, as trocas de temperatura que ocorrem no banho podem causar doenças respiratórias em seu cão e baixar sua imunidade. O calor ainda ajuda a secar os pelos naturalmente, reduzindo os riscos de fungos e bactérias se proliferarem.
Por isso, procure levá-lo ao pet shop ou dar banho em casa em dias mais quentes. No inverno, portanto, reduza a frequência dos banhos. É provável que seu cão se suje menos nessa estação também, permitindo que você o lave apenas uma vez ao mês.
2. Escove os pelos diariamente
A escovação tem um importante papel ao remover o excesso de sujeira da pelagem e ainda ajudar a não embaraçar e acumular resíduos e células mortas, que causam o mau cheiro. Os pelos com nó podem até dificultar a locomoção do cão.
Então, se você quer manter seu cãozinho limpo todos os dias, uma dica é escovar os pelos diariamente. Para cães de pelos curtos, pode-se escovar a cada dois ou três dias.
3. Faça a tosa higiênica
Outra alternativa para manter seu cão com cheiro agradável e livre de nós nos pelos é a tosa higiênica. A partir de um ano de idade, seu cão pode ser tosado mensalmente ou até com mais frequência, se os pelos crescerem muito rápido.
A tosa ajuda a:
Evitar a multiplicação dos fungos e bactérias
Reduzir o acúmulo de sujeira
Retirar os pelos das patas para facilitar a locomoção do cão
E ainda evitar que a pelagem se embarace.
Cães com pelagem curta
Cães com pelagem curta não demandam uma tosa frequente. Cães como Pugs, Beagles e outras raças sem pelo não devem ser tosados, já que a pele fica muito exposta e o risco de desenvolver uma foliculite aumenta.
Como dar banho rápido em cachorro?
Se você quer aprender a dar um banho completo em seu cão em casa, com todas as dicas para protegê-lo e para que seja um momento agradável, temos um conteúdo dedicado a como dar banho e tosa em seus pets.
Mas, se você quer apenas dar um banho rápido para agilizar sua rotina no dia a dia, aí vão algumas dicas:
Coloque-o em um espaço fechado para evitar que ele fuja a todo momento. Banhos não costumam ser a atividade favorita dos cães.
Já deixe o ambiente preparado, com o shampoo e a toalha à mão e a água morna.
Escove-o antes do banho para remover os nós, resíduos e células mortas.
Sempre proteja as orelhas com um pequeno pedaço de algodão (não coloque muito fundo para não machucar o ouvido). Isso evitará que a água entre e cause uma infecção chamada otite.
Depois do banho, o ideal seria utilizar um secador de cabelos para deixar seu pet totalmente seco, mas, para acelerar, dê o banho em um dia quente e seque-o bem apenas com uma toalha.
A infecção de ouvido é uma doença que pode ser grave, causar mau cheiro, uma cera preta na região auricular e outros sintomas sérios. Entenda agora tudo sobre a otite em cães e cuide da saúde do seu pet!
Pode passar perfume em cachorro?
Apesar de muitos tutores adorarem o perfume dos shampoos, os veterinários indicam que os produtos utilizados no banho tenham o mínimo de aroma. Os shampoos com perfume podem causar alergias aos cães, tanto respiratórias quanto de pele, além de causar incômodo.
Lembre-se que o olfato canino é bem mais apurado que o nosso.
Se o seu cão está com muito mau cheiro e a frequência de banhos não está suficiente, é interessante consultar um veterinário. O odor pode ser sintoma de alguma alteração na pele e os exames clínicos e laboratoriais poderão identificar se há um problema de saúde.
Quer entender melhor? Então, veja as principais doenças dermatológicas em cães e por que causam mau odor.
Atendemos todas as especialidades, onde temos profissionais experientes e renomados em todas as áreas. Nosso foco visa desde o atendimento clínico geral até os casos mais complexos destinados a UTI. Contem sempre conosco e com preços baixo custo e atendimento humanizado.
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Produtos HYDRA para banho e tosa:
Shampoos:
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Shampoos de linhas específicas: Como a HYDRA Collection William Galharde e a Hydra Pet Spa Senses.
Condicionadores:
Condicionador PRO Brilho e Desembaraço: Para facilitar o desembaraço e dar brilho.
Condicionador Hydra Pet Spa Senses: Para hidratar e recuperar pelagens.
Condicionadores de linhas específicas: Como a HYDRA Collection William Galharde e a Hydra Pet Spa Senses.
Colônias:
Colônias HYDRA Forever: Para perfumar e deixar a pelagem com um cheiro agradável.
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